• Sobre mim
  • Consulta
  • Saiba mais
Atendimento Prefassencial • Atendimento Online • Atendimento Domiciliar
Atendimesnto Presencial • Atendimento Online • Atendimento Domiciliar
domitas
Atendimento Prefassencial • Atendimento Online • Atendimento Domiciliar
Atendimesnto Presencial • Atendimento Online • Atendimento Domiciliar
domitas
v2sfffffffffff
v4fas
v3fas
v4fas
v2sfffffffffff
v3fas

dralorenavidal.geriatra

Da prevenção à reabilitação: Cuidando de sua saúde em cada fase do envelhecer.
📍SP + on-line | CRM 203435 | RQE 120702
📩 Agende sua consulta

Caso real, com informações anonimizadas. Isso aqu Caso real, com informações anonimizadas.
Isso aqui é o retrato do que eu mais temo: quando a promessa de saúde vira excesso, e o excesso vira complicação.Megadoses, combinações gigantes e infusões sem critério podem desregular o organismo e gerar efeitos graves. Suplemento pode ter lugar, sim. Mas como complemento, com indicação, dose, tempo e acompanhamento.Importante: não suspenda ou inicie nada por conta própria.
Se você está usando fórmulas/manipulados e teve palpitação, fraqueza, náuseas, confusão, constipação, sede excessiva ou qualquer sintoma novo, procure avaliação e peça uma revisão completa do que está tomando.
Uma lista enorme de exames pode parecer cuidado, m Uma lista enorme de exames pode parecer cuidado, mas muitas vezes é só ruído.
Se ninguém te explica por que pediu, o que aquilo significa e o que vai mudar na sua vida, você não recebeu um plano. Recebeu papel.Exame é ferramenta.
Cuidado é direção.
E o essencial não pode ser esquecido no meio do excesso.
Tem dias em que a gente acorda e já sente o peso. Tem dias em que a gente acorda e já sente o peso.
A mente acelerada, o corpo cansado, a sensação de que está devendo para o mundo.Se hoje for um desses dias, eu só queria te lembrar de uma coisa: você não precisa resolver a vida inteira.
Você precisa cuidar de você no que é possível agora.Hoje pode ser só o básico.
Um copo de água.
Uma refeição mais simples e honesta.
Dez minutos de caminhada.
Um banho sem pressa.
Dormir um pouco mais cedo.
Coisas pequenas que parecem pouco, mas que dizem ao seu corpo: “eu não te abandonei”.A saúde também se constrói assim.
No acolhimento.
No recomeço.
No mínimo possível feito com carinho.Se essa mensagem te abraçou de alguma forma, salva este post para reler nos dias difíceis.
É curioso como a maioria de nós procura a “porta” É curioso como a maioria de nós procura a “porta” dos suplementos e dos medicamentos milagrosos quando quer mais energia, mais saúde e mais longevidade.
Porque parece mais rápido.
Parece mais fácil.
Parece mais confortável do que mudar rotina.Só que a Medicina do Estilo de Vida (MEV) mostra, na prática, que o que realmente muda o desfecho não é um produto isolado.
É o conjunto de hábitos repetidos ao longo do tempo. Sono, alimentação de verdade, movimento (principalmente força), manejo de estresse, relações e propósito.
Esse é o pacote que melhora metabolismo, reduz inflamação, protege coração e cérebro, preserva massa muscular e autonomia.Suplementos podem ter um papel, sim.
Mas como complemento.
Eles entram para corrigir deficiências, apoiar fases específicas e potencializar resultados quando o básico já está bem encaminhado.
Sem base, suplemento vira esperança em cápsula.
Com base, suplemento vira ajuste fino.A verdade é simples: longevidade não é sorte e nem promessa de internet. É coerência diária.
E a porta “sem fila” quase sempre é a que exige responsabilidade — aprender hábitos saudáveis e sustentar o básico.
É menos glamouroso, mas é o que funciona.
Quando me perguntam se a academia está dando resul Quando me perguntam se a academia está dando resultado… eu só consigo pensar nisso:
“Eu acho que não, porque eu tenho que voltar amanhã.” 😅E é exatamente aí que está o segredo.
Resultado não é um dia.
É repetição.
Não é motivação.
É rotina.
Não é perfeição.
É constância no básico.Se hoje você foi, mesmo sem vontade, você já está no caminho. Amanhã a gente volta.
O Sinal de Frank é uma prega diagonal no lóbulo da O Sinal de Frank é uma prega diagonal no lóbulo da orelha.
Ele chama atenção porque estudos mostram associação com maior risco cardiovascular, mas ele não é um “teste” e não fecha diagnóstico sozinho. A utilidade real é como lembrete:
se você notou esse sinal, aproveite para revisar seus fatores de risco e fazer prevenção do jeito certo, olhando o conjunto da sua saúde.
Sabe aqueles momentos em que parece que você está Sabe aqueles momentos em que parece que você está “ligado no 220”?
O peito aperta, a respiração fica curta, o coração dispara e a cabeça não para.
Você até quer se acalmar… mas o corpo não obedece.Nessas horas, eu gosto de ensinar uma ferramenta simples, rápida e possível: o duplo suspiro.
Não é milagre.
É um jeito de dizer para o seu sistema nervoso: “já passou, você está seguro”.Funciona assim.
Você inspira pelo nariz.
Sem soltar o ar, puxa mais um pouquinho, como um “segundo gole” de ar.
E então solta tudo devagar pela boca, em uma expiração longa.Repita 10 vezes.É para usar no trânsito, antes de uma conversa difícil, depois de um susto, ou quando você percebe que está carregando o dia inteiro nos ombros.Salve este post para lembrar quando precisar.
E, se hoje estiver pesado, faz agora comigo: em menos de 5 minutos a calma vai estar de volta.
Existe um tipo de luto que quase ninguém nomeia: q Existe um tipo de luto que quase ninguém nomeia: quando o filho precisa virar “mãe do próprio pai” ou “mãe da própria mãe”.
Não é só cuidar.
É inverter papéis, assumir decisões, lidar com resistências, repetição, medo e culpa.
E tudo isso enquanto a vida do cuidador vai encolhendo.Na demência, é comum que o idoso fique mais irritado, mais desconfiado, mais reativo.
E muitas vezes isso explode justamente em quem mais se doa. O cuidador se sente injustiçado, sozinho, e começa a se perguntar se está falhando.
Mas, na maioria das vezes, não é falha. É sobrecarga.O recado que eu gostaria que todo cuidador ouvisse é: cansaço não é falta de amor.
E apoio não é luxo.
Ter algumas horas de ajuda, dividir responsabilidades, criar pausas e ter acompanhamento muda tudo.
Porque para cuidar bem, você precisa existir também.
Hoje eu vim para o parque fazer duas coisas que eu Hoje eu vim para o parque fazer duas coisas que eu sempre falo no consultório: mover o corpo e cuidar da mente.Corri 10k e depois fiquei aqui, caminhando entre as árvores, respirando com calma, desligando do mundo por alguns minutos.
Porque saúde não é só exame e remédio.
É rotina.
É presença.
É um corpo que funciona e uma mente que consegue descansar.Eu faço o que eu prescrevo não por perfeição, mas por compromisso. Comigo e com o futuro que eu quero construir.Se hoje você não consegue correr, tudo bem.
Caminhar já conta.
Dez minutos já contam.
O que muda a vida é o que você repete.Salve este vídeo e escolha um movimento possível para começar. Depois me conta qual foi.
A corrida me lembra que o corpo responde ao que eu A corrida me lembra que o corpo responde ao que eu repito. Sem pressa, sem drama: constância. E um passo de cada vez.A corrida é o meu jeito de voltar para mim.
Não foi sorte.
Foi constância.
Foi disciplina.Agora vou te dar um desafio:
Escolha um hábito mínimo de exercício para essa semana:
20 minutos de movimento, 3x.
E me conta qual você escolheu.Foto da @paulafotosport 💙 #valorizeofotografo
Confissão: eu também acho essa sanduicheira imbatí Confissão: eu também acho essa sanduicheira imbatível. Crocante do jeito certo, tradição e felicidade em formato de lanche.Mas se você leu isso e pensou “SIM, essa é a melhor mesmo”… talvez já esteja na hora de olhar para a sua saúde com o mesmo carinho. 😄Geriatria não é só para quem tem 80.
É para quem quer chegar bem aos 80: com força, autonomia, lucidez e qualidade de vida.Salve esse reels e envie para aquele amigo que também defende a sanduicheira raiz.
Essa paciente de 83 anos estava triste e sem ânimo Essa paciente de 83 anos estava triste e sem ânimo depois que a artrose nas mãos a impediu de fazer o que ela mais amava: crochê. E isso não era um detalhe.
Era parte da identidade dela.No idoso, depressão nem sempre começa “do nada”.
Muitas vezes ela nasce quando dor e limitação tiram autonomia, prazer e propósito.Por isso, antes de rotular e medicar, vale investigar:
o que a pessoa perdeu?
O que a dor está roubando?
O que a limitação interrompeu?Nesse caso, o caminho foi tratar a causa: controlar dor, reabilitar, ajustar estratégias e devolver função. E, quando ela voltou a fazer crochê, voltou também a vontade de viver.Se você cuida de um idoso que “apagou” depois que parou de fazer o que amava, envie este post. Pode ser o começo da virada.
Mudança de humor e de comportamento no idoso quase Mudança de humor e de comportamento no idoso quase nunca aparece “do nada”.
Ela tem começo, tem contexto e tem gatilho.
E isso é uma informação valiosa para você, filho ou cuidador, porque ajuda a direcionar a investigação do jeito certo.Repare se essa mudança começou depois de uma perda, de uma internação ou doença, de uma troca de medicação, de uma mudança de casa, ou de um período de solidão e isolamento.
Muitas vezes, o idoso não diz “estou triste”. Ele mostra: para de se cuidar, perde interesse, fica mais quieto, mais irritado, dorme pior, come menos, reclama de cansaço e “some de si”.O ponto é: não normalize como “idade” e não tente resolver sozinho.
Depressão tem tratamento e, quando identificada cedo, pode devolver energia, presença e qualidade de vida.
E você não precisa ter certeza para procurar ajuda.
Basta perceber que ele mudou.
No idoso, depressão nem sempre aparece como choro. No idoso, depressão nem sempre aparece como choro.Muitas vezes aparece como isolamento, apatia, irritabilidade, queixas físicas e até “memória pior”.Quando a mudança é persistente e interfere na rotina e na autonomia, não é “idade”.
É sinal de alerta.
Quanto mais cedo investigar, maior a chance de recuperação.
Feliz dia das mulheres a todas que exercem tantos Feliz dia das mulheres a todas que exercem tantos papéis.
Que equilibram (e quebram) vários pratos na tentativa de ser sempre a melhor possível para si e para os seus.Se puder deixar um conselho: não abram mão de cuidar de si mesmas. De se exercitar. De ter um momento seu (que seja um café sozinha, uma caminhada no parque, uma massagem…) isso é essencial - ter a própria companhia.Um grande abraço de uma mulher, que assim como você, equilibra (e quebra) também vários pratos!
Eu sei que isso pode soar estranho, mas é uma verd Eu sei que isso pode soar estranho, mas é uma verdade clínica: quantidade não é sinônimo de cuidado.Em muitos idosos, a lista vai crescendo aos poucos.
Um remédio entra para um sintoma.
Depois aparece um efeito colateral.
Aí entra outro para “corrigir”.
E, quando ninguém revisa com calma, o paciente fica mais cansado, mais sonolento, com mais tontura, mais intestino preso, mais fraqueza… e a impressão é que “a doença piorou”, quando às vezes foi a combinação que pesou.Por isso, revisão de medicações é parte central da geriatria. Não é sair tirando tudo.
É checar indicação atual, dose, interações, duplicidades e riscos.
E manter apenas o que faz sentido, na menor dose efetiva, com monitoramento.Menos pode ser mais seguro, sim.
Mas sempre com método e acompanhamento.
E nunca com suspensão por conta própria.
EU sou médica geriatra e, quando o paciente é frág EU sou médica geriatra e, quando o paciente é frágil, tem cinco coisas que eu quase sempre evito, porque aumentam risco e tiram autonomia.❌Primeiro- benzodiazepínicos (aqueles da receita azul - alprazolam, diazepam e afins): para ‘dormir’ ou acalmar, porque aumentam risco de confusão, quedas e de demência.❌Segundo - anti-inflamatório para dor: aumenta risco de insuficiência renal (de ir pra diálise) e de sangramento no estômago ou intestino.❌Terceiro - Relaxante muscular: aqueles com ciclobezaprina ou afins, que pode ajudar numa dor muscular mas aumenta muito risco de tontura e quedas (e fraturas).❌ Quarto - Polivitaminico de farmácia: tem pouca coisa de muitas vitaminas, não repõem o que precisa, gasta dinheiro e ainda corre o risco de intoxicação por excesso de vitaminas desnecessárias.❌  Quinto: Óleo mineral para constipação: pode aumentar risco de engasgos e de pneumonia por broncoaspiração.Em idosos frágeis, a pergunta não é “o que dá para acrescentar”. É “o que aqui aumenta risco e pode estar atrapalhando”.
Revisão de medicações é tratamento!
Salve este vídeo e envie para alguém que cuida de um idoso.
Em idosos, é comum acontecer a “cascata de prescri Em idosos, é comum acontecer a “cascata de prescrição”: um medicamento causa um efeito colateral, esse efeito é tratado como uma nova doença, entra outro remédio… e o paciente vai acumulando riscos. Muitas vezes, o que parecia piora da doença era efeito da combinação.Revisão de medicações é parte central da consulta geriátrica. Não é “tirar remédio por tirar”. É manter o que faz sentido, ajustar dose, trocar o que é inadequado e reduzir efeitos adversos.Importante: nunca suspenda medicações por conta própria. Ajustes devem ser feitos com avaliação médica individualizada.
O que mudou aqui não foi um “segredo”.Foi métod O que mudou aqui não foi um “segredo”.Foi método: revisar medicações, entender rotina, investigar causas e ajustar o que estava sabotando o corpo.Às vezes a vida volta em pequenos ajustes — e isso é medicina de verdade.
Hoje eu me desafiei. Fiz 7 km sozinha no parque. Hoje eu me desafiei.
Fiz 7 km sozinha no parque.E, para quem já correu duas meias maratonas, ficou mais de dois anos sem correr, passou por lesão no joelho e carregou por muito tempo a vontade de voltar… isso não é “só um treino”. É um reencontro.Eu não voltei do nada. Eu voltei porque fui construindo aos poucos. Corridas na esteira, musculação, disciplina nos dias comuns. Até o corpo entender de novo que ele era capaz.E é isso que eu quero registrar aqui: a gente não supera o mundo. A gente supera a si mesma. Um passo de cada vez.Não existe outro segredo além de tempo, treino e constância.
Seguir no Instagram
Redes Socias
Facebook-f Whatsapp Instagram
© 2026 – Todos os direitos reservados à Dra. Lorena Vidal. Criado por Acelera Hub.